Este blog foi feito para os alunos do curso de Ciências Biológicas da Universidade Veiga de Almeida. O responsável é Marcelo Aguiar Costa Lima, Bacharel (UFRJ), Mestre (UFRJ) e Doutor (UFRJ) em Ciências Biológicas, na modalidade Genética. http://lattes.cnpq.br/7864985542636759
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
terça-feira, 6 de outubro de 2015
PRÁTICA 2
pROCEDIMENTO
- cada
grupo funda aleatoriamente uma população com 20 individuos;
- corta
papeis representando cada um dos indivíduos;
- ação da
migração – pegar aleatoriamente 10 papeis e passar para o grupo ao lado;
Calcular
frequências genotípicas e gênicas e ver se está em equilíbrio
- ação da
seleção – eliminar 50% dos indivíduos com fenótipo dominante
Calcular
frequências genotípicas e gênicas e ver se está em equilíbrio
- ação da
mutação – cada grupo deverá mudar um alelo do genótipo de um indivíduo
Calcular
frequências genotípicas e gênicas e ver se está em equilíbrio
- ação da
deriva – cada grupo escolherá dois indivíduos para representar a população
Calcular
frequências genotípicas e gênicas e ver se está em equilíbrio
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
ESTUDO DIRIGIDO
1.
Determine as frequências gênicas e
genotípicas das seguintes populações:
a)
100AA, 218Aa e 34aa
b)
128AA, 443Aa e 99aa
c)
25AA, 50Aa e 25aa
d)
890AA, 1340Aa e 450aa
2. Qual é a importância da panmixia para o
estabelecimento do equilíbrio genético
3. Porque associamos a adaptabilidade de um organismo
ao seu potencial reprodutivo
4. Considerando um locus com 3 alelos (1,2 e 3) que
encontra-se em equilíbrio de Hardy Weinberg e sabendo que f(1) = 0,5; f(2) =
0,3 e f(3) = 0,2, determine as frequências genotípicas desta população.
5. Determine se a seguinte população encontra-se em
EHW: 55BB, 65Bb e 28bb.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
EQUILÍBRIO DE HARDY-WEINBERG
http://aprendendoevolucao.blogspot.com.br/2012/09/equilibrio-de-hardy-weinberg.html
MATERIAL DE APOIO
http://labs.icb.ufmg.br/lbem/aulas/grad/evol/hwpop.html
MATERIAL DE APOIO
http://labs.icb.ufmg.br/lbem/aulas/grad/evol/hwpop.html
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
ATIVIDADE PARA DIA 31 DE AGOSTO
1) DETERMINE AS FREQUÊNCIAS GENOTÍPICAS E GÊNICAS PARA UMA POPULAÇÃO NA QUAL:
A) 150 INDIVÍDUOS SÃO AA, 238 SÃO Aa E 34 SÃO aa.
B) 44 INDIVÍDUOS SÃO AA, 28 SÃO Aa E 4 SÃO aa.
C) 5434 INDIVÍDUOS SÃO AA, 1123 SÃO Aa E 3894 SÃO aa.
2) EM UMA POPULAÇÃO DE 2400 INDIVÍDUOS, 250 SÃO AA; 1200 Aa E OS DEMAIS aa.
DETERMINE AS FREQUÊNCIAS GÊNICAS E GENOTÍPICAS NESTA POPULAÇÃO.
3) CONSIDERANDO QUE A COR BRANCA DAS FLORES DE UMA ESPÉCIE VEGETAL É RECESSIVA EM RELAÇÃO À COLORAÇÃO AMARELA, QUAL É A FREQUÊNCIA DO FENÓTIPO RECESSIVO EM UMA POPULAÇÃO NA QUAL 1234 INDIVIDUOS TEM FLORES BRANCAS E 2322 POSSUEM FLORES AMARELAS?
4) EM UMA POPULAÇÃO DE 1000 INDIVÍDUOS, 213 SÃO AA E 442 SÃO aa. QUAL É A FREQUÊNCIA DE HETEROZIGOTOS?
GENES NAS POPULAÇÕES
A Genética de Populações consiste no estudo da origem e do destino da
variação genética de um grupo populacional. As premissas adotadas são:
- material genético pode ser replicado
- material genético pode variar (mutar e recombinar)
- o fenótipo resulta da interação do genótipo com o ambiente
Alguns conceitos básicos de genética são importantes:
Para que possamos estudar o comportamento dos genes nas populações iremos adotar um modelo simplificado.
- organismo diplóide (2n) de reprodução sexuada
- 1 locus gênico com 2 alelos, denominados A e a
- relação de dominância completa entre A e a
Assim, em nossa população teremos 3 genótipos possíveis (AA; Aa e aa) mas apenas 2 fenótipos (A e a).
Distribuição de frequências
AA - cuja frequência é representada por f(AA)
Aa - cuja frequência é representada por f(Aa)
aa - cuja frequência é representada por f(aa)
Em nosso exemplo, f(AA) = 0,4; f(Aa) = 0,2 e f(aa) = 0,4. Logo,
Os alelos A e a podem, então ter suas frequências
calculadas a partir dos dados obtidos no cálculo das frequências
genotípicas. OS indivíduos com genótipo AA contribuem integralmente para
a frequência do alelo A, ao passo que os heterozigotos (Aa) contribuem apenas com metade de sua frequência. Assim,
em nosso exemplo, f(AA) = 0,4 e f(Aa) = 0,2. Logo,
O mesmo raciocínio é aplicado para a frequência do alelo a. Assim,
Alternativamente, podemos determinar a frequência dos alelos diretamente dos dados obtidos com a genotipagem da população. Como cada indivíduo possui dois alelos (AA, Aa ou aa), determinamos o conjunto de alelos presentes na população.
Em nosso exemplo
O número de alelos em nossa população é, então
400 (oriundos dos indivíduos AA) + 200 (oriundos dos indivíduos Aa) + 400 (oriundos dos indivíduos aa), o que totaliza 1000 alelos.
Assim,
f(A) = 400 (alelos A dos indivíduos AA) + 100 (alelos A dos indivíduos Aa) / número total de alelos
f(A) = (400 + 100) / 1000
f(A) = 500 / 1000 = 0,5
f(a) = 400 (alelos a dos indivíduos aa) + 100 (alelos a dos indivíduos Aa) / número total de alelos
f(a) = (400 + 100) / 1000
f(a) = 500 / 1000 = 0,5
- material genético pode ser replicado
- material genético pode variar (mutar e recombinar)
- o fenótipo resulta da interação do genótipo com o ambiente
Alguns conceitos básicos de genética são importantes:
gene
genótipo
fenótipo
alelo
locus
polimorfismo
homólogo
Defina cada um destes termos para relembrá-los
A base da hereditariedade está na transmissão das informações. Nos organismos de reprodução sexuada, a fusão dos gametas (fecundação) é o evento que leva a formação de um novo organismo, que recebe as informações de seus genitores. Assim:
gametas geram zigotos;
zigotos formam indivíduos que amadurecem sexualmente, tornando-se adultos;
adultos produzem gametas
A base da genética das populações reside em um paradigma: em termos
genéticos, somos o resultado do que foi transmitidos pelos nossos
ancestrais, tendo recebido estas informações a partir de nossos
genitores.
Uma população é a unidade básica da evolução. Caracteristicamente as
populações possuem continuidade genética no tempo (interconexões das
gerações sucessivas) e no espaço (intercruzamento dos membros). Isto
quer dizer que as informações genéticas, incluindo suas variações, são
continuamente intercambiadas ao longo das sucessivas gerações.
Os genes presentes nos indivíduos compõe um conjunto coletivo, o pool
genético, que é populacional. Assim, apesar de cada indivíduo consistir
em uma unidade genética (uma combinação única de genes), a população é o
elemento que apresenta todas as possibilidades e variações para o
genoma.Para que possamos estudar o comportamento dos genes nas populações iremos adotar um modelo simplificado.
- organismo diplóide (2n) de reprodução sexuada
- 1 locus gênico com 2 alelos, denominados A e a
- relação de dominância completa entre A e a
Assim, em nossa população teremos 3 genótipos possíveis (AA; Aa e aa) mas apenas 2 fenótipos (A e a).
Distribuição de frequências
Para um dado locus, a constituição genética do grupo resulta da
distribuição de suas composições genotípicas individuais, ou seja, cada
um dos genótipos presentes corresponde a uma parcela (fração) da
população
Assim, em um locus autossômico que possui dois alelos (A e a), temos os seguintes genótipos:AA - cuja frequência é representada por f(AA)
Aa - cuja frequência é representada por f(Aa)
aa - cuja frequência é representada por f(aa)
Como os genótipos são formados a partir de combinações de alelos,
podemos identificar no grupo populacional a participação de cada
combinação (incluindo as variantes do gene estudado) no conjunto de
indivíduos. Assim, as frequências genotípicas refletem a ocorrência de
cada um dos genótipos nas estruturação da população. Em uma população
com N indivíduos, cada genótipo contará com n(genótipo) indivíduos. O valor de N sempre será dado pela soma dos indivíduos da população.
Por exemplo:
200AA
100Aa
200aa
N = AA + Aa + aa
N = 200 + 100 + 200
N = 500
f(AA) = n(AA)/N
f(AA) = 200/500
f(AA) = 0,4
f(Aa) = n(Aa)/N
f(Aa) = 100/500
f(Aa) = 0,2
f(aa) = n(aa)/N
f(aa) = 200/500
f(aa) = 0,4
f(AA) = 0,4
f(Aa) = n(Aa)/N
f(Aa) = 100/500
f(Aa) = 0,2
f(aa) = n(aa)/N
f(aa) = 200/500
f(aa) = 0,4
Como os genótipos possíveis para um locus autossômico com dois alelos
são AA, Aa e aa, se somarmos suas frequências, obrigatoriamente
chegaremos à unidade, ou seja 100% da população. Desta forma,
f(AA) + f(Aa) + f(aa) = 1,0
Em nosso exemplo, f(AA) = 0,4; f(Aa) = 0,2 e f(aa) = 0,4. Logo,
0,4 + 0,2+ 0,4 = 1,0
A frequência gênica (ou alélica) é definida como a proporção de um
determinado tipo de alelo em relação ao conjunto de alelos do locus em
questão. O somatório das frequências dos alelos de um locus resulta na
totalidade (100%) de alelos. Podemos determinar as frequências gênicas
de duas formas, ambas a partir da avaliação dos alelos presentes nos
genótipos. Em um método, derivamos a frequência dos alelos a partir das
frequências dos genótipos. No outro, determinamos de forma direta a
frequência dos alelos na população.
f(A) = f(AA) + 1/2f(Aa)
em nosso exemplo, f(AA) = 0,4 e f(Aa) = 0,2. Logo,
0,4 + (0,2/2) = 0,4 + 0,1 = 0,5
O mesmo raciocínio é aplicado para a frequência do alelo a. Assim,
f(a) = f(aa) + f(Aa)/2
f(a) = 0,4 + (0,2/2) = 0,4 + 0,1 = 0,5
Alternativamente, podemos determinar a frequência dos alelos diretamente dos dados obtidos com a genotipagem da população. Como cada indivíduo possui dois alelos (AA, Aa ou aa), determinamos o conjunto de alelos presentes na população.
Em nosso exemplo
200 indivíduos AA correspondem a 400 alelos A
100 indivíduos Aa correspondem a 100 alelos A e 100 alelos a
200 indivíduos aa correspondem a 400 alelos aO número de alelos em nossa população é, então
400 (oriundos dos indivíduos AA) + 200 (oriundos dos indivíduos Aa) + 400 (oriundos dos indivíduos aa), o que totaliza 1000 alelos.
Assim,
f(A) = 400 (alelos A dos indivíduos AA) + 100 (alelos A dos indivíduos Aa) / número total de alelos
f(A) = (400 + 100) / 1000
f(A) = 500 / 1000 = 0,5
f(a) = 400 (alelos a dos indivíduos aa) + 100 (alelos a dos indivíduos Aa) / número total de alelos
f(a) = (400 + 100) / 1000
f(a) = 500 / 1000 = 0,5
ARREDONDAMENTO
De acordo com a resolução 886/66 do IBGE, o arredondamento é feito da seguinte maneira:
1 - Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 0,1,2,3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer.
Ex: 53,24 passa a 53,2 ; 44,03 passa a 44,0
2 - Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 6,7,8, ou 9, aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer.
Ex: 53,87 passa a 53,9 ; 44,08 passa a 44,1 ; 44,99 passa a 45,0
3 - Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 5, há duas soluções:
a) Se ao 5 seguir em qualquer casa um algarismo diferente de zero, aumenta-se uma unidade ao algarismo a permanecer.
Ex: 2,352 passa a 2,4 ; 25,6501 passa a 25,7 ; 76,250002 passa a 76,3
b) Se o 5 for o último algarismo ou se ao 5 só se seguirem zeros, o último algarismo a ser conservado só será aumentando de uma unidade se for ímpar.
Exemplos:
- 24,75 passa a 24,8
- 24,65 passa a 24,6
- 24,75000 passa 24,8
- 24,6500 passa a 24,6
Obs: Não devemos nunca fazer arredondamento sucessivos.
FONTE: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/30568/regras-de-arredondamento
FONTE: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/30568/regras-de-arredondamento
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
CRONOGRAMA 2015.2
Iniciando mais um semestre letivo. Bem vindos!
PROCEDIMENTOS
DE AVALIAÇÃO
Serão utilizadas diferentes metodologias para
avaliação, incluindo relatórios de aula prática e
estudos dirigidos, além de provas de conteúdo misto.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FUTUYUMA,D. Biologia Evolutiva, Ribeirão Preto:
SBG, 2001.
STEARN,S.C. e HOEKSTRA,R.F. Evolução: uma
introdução, Atheneu, 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
WILSON, E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
SHORROCKS,B.A. A Origem da Divindade, EDUSP 1980.
Site www.aprendendoevolucao.blogspot.com, sob
responsabilidade do docente que ministra a disciplina
PROGRAMAÇÃO PROPOSTA
|
AGOSTO
|
|
|
Dia
|
Conteúdo
|
|
17
|
APRESENTAÇÃO DO CURSO E AVALIAÇÕES. CONCEITOS BÁSICOS SOBRE
HEREDITARIEDADE
|
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24
|
DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS
|
|
31
|
EQUILÍBRIO DE
HARDY-WEINBERG
|
|
SETEMBRO
|
|
|
Dia
|
Conteúdo
|
|
7
|
FERIADO
|
|
14
|
FORÇAS EVOLUTIVAS
|
|
21
|
AULA PRÁTICA 1 – EQUILÍBRIO DE HARDY WEINBERG
|
|
28
|
PRIMEIRA AVALIAÇÃO – A1
|
|
OUTUBRO
|
|
|
Dia
|
Conteúdo
|
|
5
|
AULA PRÁTICA 2 – AÇÃO DAS FORÇAS EVOLUTIVAS
|
|
12
|
FERIADO
|
|
19
|
LINHAS DE PENSAMENTO EVOLUTIVO
|
|
26
|
SURGIMENTO DA VIDA: EVOLUÇÃO QUÍMICA GRADUAL E OUTRAS TEORIAS
|
|
NOVEMBRO
|
|
|
Dia
|
Conteúdo
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|
2
|
FERIADO
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|
9
|
LAMARCKISMO E DARWINISMO
|
|
16
|
TEORIA SINTÉTICA DA EVOLUÇÃO
|
|
23
|
EVOLUÇÃO HUMANA
|
|
30
|
SEGUNDA AVALIAÇÃO – A2
|
|
DEZEMBRO
|
|
|
Dia
|
Conteúdo
|
|
7
|
TERCEIRA AVALIAÇÃO – A3
|
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