Este blog foi feito para os alunos do curso de Ciências Biológicas da Universidade Veiga de Almeida. O responsável é Marcelo Aguiar Costa Lima, Bacharel (UFRJ), Mestre (UFRJ) e Doutor (UFRJ) em Ciências Biológicas, na modalidade Genética. http://lattes.cnpq.br/7864985542636759
Visualizações de página do mês passado
quarta-feira, 22 de maio de 2019
AUTOTROFIA X HETEROTROFIA
http://biologiaifma.blogspot.com/2010/09/hipotese-heterotrofica-x-hipotese.html
LAMARCK & DARWIN
INicie a leitura pelas correntes criacionista x evolucionista em https://aprendendoevolucao.blogspot.com/2018/10/criacionismo-x-evolucionismo.html
e siga para os evolucionistas
http://aprendendoevolucao.blogspot.com/2013/10/lamarckismo-e-darwinismo.html
e siga para os evolucionistas
http://aprendendoevolucao.blogspot.com/2013/10/lamarckismo-e-darwinismo.html
quarta-feira, 3 de abril de 2019
ATIVIDADE ORIENTADA 1
1) Assinale a alternativa correta
1.1) Em um locus gênico no qual
ocorrem 3 alelos, a frequência do alelo 1 é igual a 0,3 e a frequência do alelo
2 é 0,5. A frequência do alelo 3 é:
(a) 0,1
(b) 0,5
(c) 0,2
(d) 0,4
1.2) Uma população de 1200
indivíduos encontra-se em equilíbrio genético. Se considerarmos um locus
qualquer com dois alelos, no qual a frequência do alelo dominante é 0,2,
esperamos observar quantos indivíduos homozigotos?
(a) 48
(b) 384
(c) 762
(d) 816
1.3) O sucesso reprodutivo de um
organismo reflete seu sucesso adaptativo. Esta frase está em concordância com o
conceito de:
(a) seleção natural
(b) introgressão genética
(c) panmixia
(d) migração
1.4) Não é um requisito necessário
para que uma população alcance o equilíbrio de Hardy-Weinberg:
(a) panmixia
(b) ausência de seleção natural
(c) cruzamento
preferencial
(d) tamanho infinitamente grande
1.5) Não é um considerada uma força
evolutiva:
(a) deriva genética
(b) recombinação
(c) migração
(d) seleção natural
1.6) se f(A) = 0,4 em uma população
em equilíbrio, a frequência de homozigotos é:
(a) 0,16
(b) 0,36
(c) 0,48
(d) 0,52
2) Discuta
a importância dos pressupostos da Lei de Hardy e Weinberg para que uma
população alcance o equilíbrio genético.
Você deverá abordar a questão do tamanho populacional
(para evitar deriva), a ocorrência de cruzamentos ao acaso (panmixia) e a
ausência das demais forcas evolutivas (seleção, migração e mutação)
3)
Determine as frequências genotípicas e gênicas das populações a seguir:
3a) 49AA,
83Aa e 22aa
3b) 18AA,
63Aa e 7aa
3c) 1238AA,
1134Aa e 659aa

4) De que
forma as forças evolutivas interferem no equilíbrio genético?
Explicar como deriva, seleção, migração e mutação agem
alterando as frequências genicas de uma população
5) Determine
se a população a seguir encontra-se em equilíbrio genético
63AA, 59Aa
e 6aa

segunda-feira, 25 de março de 2019
QUI QUADRADO
Teste do c2 (Qui-Quadrado)
É um teste não paramétrico - não depende dos
parâmetros populacionais, como média e variância. Tem como princípio básico a
determinação das possíveis divergências entre os valores observados e esperados
para um certo evento.
o = valor observado para a classe; e = valor esperado
para a classe
Hipóteses a serem testadas
1 - Hipótese nula: IGUALDADE.
As frequências observadas não são diferentes das
frequências esperadas. Não existe diferença entre as frequências (contagens)
dos grupos.
2 - Hipótese alternativa: DIFERENÇA
As frequências observadas são diferentes da
frequências esperadas, portanto existe diferença entre as frequências dos
grupos analisados.
O valor calculado para o X2 deverá ser analisado em uma tabela. Para acessar a tabela é necessário
calcular os graus de liberdade do evento que está sendo analisado.
GL = n – 1
n é o número de classes analisadas.
Após localizar o valor calculado para o X2, o mesmo deverá ser identificado na linha de GL correspondente. O
limite aplicado é a probabilidade de 5%. Valores de X2 menores ou iguais ao associado a P=5% são admitidos (áreas verde e
vermelha). Valores de X2 maiores que o associado a P=5% são rejeitados (área
roxa)
quarta-feira, 20 de março de 2019
EQUILÍBRIO DE HARDY WEINBERG
A Genética de populações estuda a estruturação genética de grupos de indivíduos, as populações. Cada população possui um conjunto de indivíduos e estes apresentam diversos tipos de genótipos. A distribuição destes genótipos, determinados a partir da ação do componente genético, é o alvo de estudo.
No início do século XX, de forma independente, Godfrey Hardy e Wilhelm Weinberg (um matemático, o outro médico) propuseram que a distribuição aleatória de gametas em uma população conduzia a uma situação de equilíbrio de frequências nos genótipos dos indivíduos. Este princípio ficou conhecido como Lei de Hardy-Weinberg. Os pressupostos para o equilíbrio Hardy-Weinberg são:
- é infinitamente grande (para eliminar-se a deriva genética);
- realiza reprodução sexuada;
- cruzamentos ocorrem ao acaso = panmixia;
- é diplóide;
- fêmeas e machos ocorrem em igual proporção;
- todos os casais são capazes de reproduzir e geram quantidades equivalemntes de indivíduos na prole.
E não sofre:
- seleção natural
- mutações
- migração (sem fluxo gênico)
Em outras palavras, a população precisa ser infinitamente grande, reproduzir-se aleatoriamente, e também não estar sujeita a ação de forças evolutivas.
constante ao longo das gerações. Desta forma, o equilíbrio genético seria uma consequência direta do processo de segregação que ocorre na formação dos gametas.
Basicamente, em uma população na qual o alelo A ocorre com frequência 0,4 (p) e o alelo a com frequência 0,6 (q), se forem atendidos os pressupostos de Hardy-Weiberg, teremos as seguintes distribuições de genótipos:
1 - AA - para gerar este indivíduo, o genitor masculino deve dar um alelo A e o genitor feminino deve dar o outro alelo A, em uma combinação genética entre alelos A que é única. Assim, AA = frequencia de A (p) x frequencia de A (p) = p x p = p2. Em nosso exemplo, f(AA) = 0,4 x 0,4 = 0,24.
2 - Aa - para gerar este indivíduo, o genitor masculino deve dar um alelo A e o genitor feminino deve dar o alelo a, ou, alternativamente, o genitor masculino deve dar um alelo a e o genitor feminino deve dar o alelo A, em duas possibilidades de combinação entre os alelos A e a. Assim, Aa = 2 x frequencia de A (p) x frequencia de a (q) = 2 x p x q = 2pq. Logo, f(Aa) = 2 x 0,4 x 0,6 = 0,48.
3 - aa - para gerar este indivíduo, o genitor masculino deve dar um alelo a e o genitor feminino deve dar o outro alelo a, em uma combinação genética entre alelos a que é única. Assim, aa = frequencia de a (q) x frequencia de a (q) = q x q = q2. Em nosso exemplo, f(aa) = 0,6 x 0,6 = 0,36.
Dessa forma, a população apresentará a seguinte distribuição: p2 + 2pq + q2.
DINÂMICA DE CRUZAMENTOS
Imagine que em uma população hipotética 20 indivíduos são AA, 50 são Aa e 40 são aa.
Ao calcular as frequências genotípicas e gênicas você observará que:
f(AA) = 0,1818
f(Aa) = 0,4545
f(aa) = 0,3636
f(A) = 0,4091
f(a) = 0,5909
Supondo que o sistema de acasalamneto é panmítico, a próxima geração será constituída por indivíduos gerados nos cruzamentos possíveis nesta população, cujas ocorrências são calculadas como produto das frequências dos genótipos envolvidos. Assim, por exemplo, o cruzamento AA x AA ocorrerá em uma frequência de 0,1818 x 0,1818 = 0,0331.
Cada cruzamento contribuirá proporcionalmente à sua ocorrência para a composição da próxima geração. Assim, o cruzamento AA x AA, que tem frequência de 0,0331, contribuirá com 0,0331 de indivíduos AA na próxima geração. Já o cruzamento Aa x Aa ocorrerá com frequência de 0,4545 x 0,4545 = 0,2066 e sua contribuição para a próxima geração será de 1/4 AA; 1/2 Aa e 1/4 aa, ou seja, 0,0517 AA; 0,1033 Aa e 0,0517 aa.
As proles geradas em cada cruzamento individual são agrupadas para constituir a próxima geração (F1). Assim,
f(AA)' = 0,1674
f(Aa)' = 0,4835
f(aa)' = 0,3492
Caso esta nova população (F1) venha a cruzar de forma panmítica, teremos novamente uma próxima geração (F2) constituída por indivíduos gerados nos cruzamentos possíveis nesta população.
Entretanto, agora, não houve alteração na distribuição das frequências.
f(AA)'' = f(AA)' = 0,1674
f(Aa)'' = f(Aa)' = 0,4835
f(aa)'' = f(aa)' = 0,3492
Assim, concluímos que para um locus autossômico, o equilíbrio genético é alcançado após uma geração de panmixia.
material de apoio disponível na internet
http://labs.icb.ufmg.br/lbem/aulas/grad/evol/hwpop.html
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS
A Genética de Populações consiste no estudo da origem e do destino da variação genética de um grupo populacional. As premissas adotadas são:
- material genético pode ser replicado
- material genético pode variar (mutar e recombinar)
- o fenótipo resulta da interação do genótipo com o ambiente
Alguns conceitos básicos de genética são importantes:
que tal você buscar uma definição para cada um destes termos e relembrá-los? 1) gene
Distribuição de frequênciasPara um dado locus, a constituição genética do grupo resulta da distribuição de suas composições genotípicas individuais, ou seja, cada um dos genótipos presentes corresponde a uma parcela (fração) da população
Assim, em um locus autossômico que possui dois alelos (A e a), temos os seguintes genótipos:
AA - cuja frequência é representada por f(AA)
Aa - cuja frequência é representada por f(Aa)
aa - cuja frequência é representada por f(aa)
f(AA) = 0,4
f(Aa) = n(Aa)/N
f(Aa) = 100/500 - ou seja, 100 em 500 são Aa
f(Aa) = 0,2
f(aa) = n(aa)/N
f(aa) = 200/500 - ou seja, 200 em 500 são aa
f(aa) = 0,4
Como os genótipos possíveis para um locus autossômico com dois alelos são AA, Aa e aa, se somarmos suas frequências, obrigatoriamente chegaremos à unidade, ou seja 100% (100/100 = 1,0) da população. Desta forma,
Em nosso exemplo, f(AA) = 0,4; f(Aa) = 0,2 e f(aa) = 0,4. Logo,
A frequência gênica (ou alélica) é definida como a proporção de um determinado tipo de alelo em relação ao conjunto de alelos do locus em questão. O somatório das frequências dos alelos de um locus resulta na totalidade (100%) de alelos. Podemos determinar as frequências gênicas de duas formas, ambas a partir da avaliação dos alelos presentes nos genótipos. Em um método, derivamos a frequência dos alelos a partir das frequências dos genótipos. No outro, determinamos de forma direta a frequência dos alelos na população.
Derivando a partir das frequências genotípicas:
f(A) = f(AA) + 1/2 f(Aa)
f(A) = 0,4 + (0,2/2) = 0,4 + 0,1 = 0,5
f(a) = f(aa) + 1/2 f(Aa)
f(a) = 0,4 + (0,2/2) = 0,4 + 0,1 = 0,5
Como nas frequências genotípicas, f(A) + f(a) deve totalizar 100% da população. Assim,
f(A) + f(a) = 1,0
Em nosso exemplo, f(A) = 0,5 e f(a) = 0,5, logo:
0,5 + 0,5 = 1,0
Calculando a partir do número de alelos na população teríamos:
- material genético pode ser replicado
- material genético pode variar (mutar e recombinar)
- o fenótipo resulta da interação do genótipo com o ambiente
Alguns conceitos básicos de genética são importantes:
que tal você buscar uma definição para cada um destes termos e relembrá-los? 1) gene
2) genótipo
3) fenótipo
4) alelo
5) locus
6) polimorfismo
7) homólogo
Se..................
gametas geram zigotos;
zigotos formam adultos;
adultos produzem gametas
Então..............
Voltamos ao início.................... gametas irão gerar zigotos..............
A base da genética das populações reside neste paradigma: em termos genéticos, somos o resultado do que foi transmitidos pelos nossos ancestrais, tendo recebido estas informações a partir de nossos genitores.
Neste sentido, a população é a unidade básica da evolução. Caracteristicamente as populações possuem continuidade genética no tempo (interconexões das gerações sucessivas) e no espaço (intercruzamento dos membros). Isto quer dizer que as informações genéticas, incluindo suas variações, são continuamente intercambiadas ao longo das sucessivas gerações.
Os genes presentes nos indivíduos compõe um conjunto coletivo, o pool genético, que é populacional. Assim, apesar de cada indivíduo consistir em uma unidade genética (uma combinação única de genes), a população é o elemento que apresenta todas as possibilidades e variações para o genoma.Distribuição de frequênciasPara um dado locus, a constituição genética do grupo resulta da distribuição de suas composições genotípicas individuais, ou seja, cada um dos genótipos presentes corresponde a uma parcela (fração) da população
Assim, em um locus autossômico que possui dois alelos (A e a), temos os seguintes genótipos:
AA - cuja frequência é representada por f(AA)
Aa - cuja frequência é representada por f(Aa)
aa - cuja frequência é representada por f(aa)
Como os genótipos são formados a partir de combinações de alelos, podemos identificar no grupo populacional a participação de cada combinação (incluindo as variantes do gene estudado) no conjunto de indivíduos. Assim, as frequências genotípicas refletem a ocorrência de cada um dos genótipos nas estruturação da população. Em uma população com N indivíduos, cada genótipo contará com n(genótipo)indivíduos. O valor de N sempre será dado pela soma dos indivíduos da população.
Por exemplo:
200AA
100Aa
200aa
N = AA + Aa + aa
N = 200 + 100 + 200
N = 500
A população possui 500 indivíduos
f(AA) = n(AA)/N
f(AA) = 200/500 - ou seja, 200 em 500 são AAf(AA) = 0,4
f(Aa) = n(Aa)/N
f(Aa) = 100/500 - ou seja, 100 em 500 são Aa
f(Aa) = 0,2
f(aa) = n(aa)/N
f(aa) = 200/500 - ou seja, 200 em 500 são aa
f(aa) = 0,4
Como os genótipos possíveis para um locus autossômico com dois alelos são AA, Aa e aa, se somarmos suas frequências, obrigatoriamente chegaremos à unidade, ou seja 100% (100/100 = 1,0) da população. Desta forma,
f(AA) + f(Aa) + f(aa) = 1,0
Em nosso exemplo, f(AA) = 0,4; f(Aa) = 0,2 e f(aa) = 0,4. Logo,
0,4 + 0,2+ 0,4 = 1,0
A frequência gênica (ou alélica) é definida como a proporção de um determinado tipo de alelo em relação ao conjunto de alelos do locus em questão. O somatório das frequências dos alelos de um locus resulta na totalidade (100%) de alelos. Podemos determinar as frequências gênicas de duas formas, ambas a partir da avaliação dos alelos presentes nos genótipos. Em um método, derivamos a frequência dos alelos a partir das frequências dos genótipos. No outro, determinamos de forma direta a frequência dos alelos na população.
Derivando a partir das frequências genotípicas:
f(A) = f(AA) + 1/2 f(Aa)
f(A) = 0,4 + (0,2/2) = 0,4 + 0,1 = 0,5
f(a) = f(aa) + 1/2 f(Aa)
f(a) = 0,4 + (0,2/2) = 0,4 + 0,1 = 0,5
Como nas frequências genotípicas, f(A) + f(a) deve totalizar 100% da população. Assim,
f(A) + f(a) = 1,0
Em nosso exemplo, f(A) = 0,5 e f(a) = 0,5, logo:
0,5 + 0,5 = 1,0
Calculando a partir do número de alelos na população teríamos:
200AA = 400 alelos A
100Aa = 100 alelos A e 100 alelos a
200aa = 400 alelos a
total de alelos na população = 2N = 2 x 500 = 1000
f(A) = [(2 x numero de indivíduos AA) + numero de indivíduos Aa] / 2N
f(A) = 400 + 100 / 1000 = 500/1000 = 0,5
f(a) = [(2 x numero de indivíduos aa) + numero de indivíduos Aa] / 2N
f(a) = 400 + 100 / 1000 = 500/1000 = 0,5
total de alelos na população = 2N = 2 x 500 = 1000
f(A) = [(2 x numero de indivíduos AA) + numero de indivíduos Aa] / 2N
f(A) = 400 + 100 / 1000 = 500/1000 = 0,5
f(a) = [(2 x numero de indivíduos aa) + numero de indivíduos Aa] / 2N
f(a) = 400 + 100 / 1000 = 500/1000 = 0,5
ATIVIDADE DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS
Determine
as frequências gênicas e genotípicas das populações abaixo:
1 –
123AA, 238Aa, 67aa
2 –
18AA, 47Aa, 100aa
3 –
2310AA, 4477Aa, 1982aa
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
NORMAS DE ARREDONDAMENTO
Arredondamento de dados
De acordo com a resolução 886/66 do IBGE, o arredondamento é feito da seguinte maneira:
1 - Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 0,1,2,3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer.
Exemplos
53,23354567 passa a 53,2335
44,03961886 passa a 44,0396
2 - Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 6,7,8 ou 9, aumenta-se uma unidade o algarismo a permanecer.
Exemplos
53,2335823 passa a 53,2336
44,0396735 passa a 44,0397
3 - Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 5, há duas soluções:
a) Se ao 5 seguir em qualquer casa um algarismo diferente de zero, aumenta-se uma unidade o algarismo a permanecer.
Exemplos
53,23355039 passa a 53,2336
44,03975206 passa a 44,0398
b) Se o 5 for o último algarismo ou se ao 5 só se seguirem zeros, o último algarismo a ser conservado só será aumentando de uma unidade se for ímpar.
Exemplos
53,23355 passa a 53,233644,039250 passa a 44,0392
Obs: Não devemos nunca fazer arredondamento sucessivos. Exemplo: 17,3452 passa a 17,3 e não para 17,35 e depois para 17,4.
modificado de http://wiki.icmc.usp.br/images/c/cb/Parte1AED2012.pdf
2019.1 - BEM VINDOS!
Olá todos,
Iniciamos mais um semestre letivo com a disciplina de evolução. Que tenhamos um excelente semestre letivo
PLANO DE CURSO - 2019.1
OBS: as datas previstas para atividade orientada e para provas está disponível no cronograma propositivo da disciplina
PLANO DE CURSO - 2019.1
EMENTA
Os genes nas populações;
distribuição de frequências; Equilíbrio genético; ação das forças evolutivas
sobre o pool genético das populações; histórico do pensamento evolutivo; teorias
evolutivas, diversidade genética e biodiversidade; ação geral das forças
evolutivas; normas adaptativas; teoria sintética da evolução; evolução humana.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Levar o aluno a
compreender os fenômenos genéticos que interferem na modificação das espécies; Levar
o aluno a compreender os fenômenos genéticos que interferem na adaptação;
Compreender os mecanismos responsáveis pelo processo de evolução; Demonstrar
conhecimento sobre as proposições teóricas acerca do processo de evolução;
Compreender as evidências do processo de evolução.
Ao final desta
Disciplina, espera-se que o aluno desenvolva os conhecimentos básicos necessários
para compreender os fenômenos genéticos que interferem na modificação das
espécies; compreender os fenômenos genéticos que interferem na adaptação e os
mecanismos responsáveis pelo processo de evolução; demonstrar conhecimento
sobre as proposições teóricas acerca do processo de evolução; compreender as
evidências do processo de evolução, incluindo a evolução de nossa espécie.
PROCEDIMENTOS
DE AVALIAÇÃO
Avaliações A1 e A2 = 10,0 pontos:
·
Prova escrita= 8,0 pontos, mesclando questões discursivas e questões objetivas
Atividade orientada = 2,0 pontos
Avaliação A3 = 10,0 pontos.
Prova escrita= 10,0 pontos, mesclando questões discursivas e questões objetivas
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
HARTL, D.L., CLARK, A.G. Principios de
Genética de Populações. Rio de Janeiro, 4ª Ed. Grupo A, 2010.
FUTUYUMA,D. Biologia Evolutiva, Ribeirão
Preto: SBG, 2001.
STEARN,S.C. e HOEKSTRA,R.F. Evolução: uma
introdução, Atheneu, 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
WILSON, E. Biodiversidade. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1997.
WINSTON, Robert. Evolução, Revolução. De
Darwin ao ADN, Porto, DK – Civilização, Editoras, 2009
SHORROCKS,B.A. A Origem da Diversidade, EDUSP
1980.
FREEMAN, S.; HERRON, J C. Análise Evolutiva.
4ª edição Porto Alegre: Artmed, 2009.
SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 8a
ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 448p. (v. 2: Evolução, diversidade e ecologia).
CRONOGRAMA PROPOSITIVO 2019.1
Assinar:
Postagens (Atom)








