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segunda-feira, 3 de abril de 2017

ATIVIDADE - A1

1) Discuta a importância dos pressupostos da Lei de Hardy e Weinberg para que uma população alcance o equilíbrio genético
Você devera abordar a questão do tamanho populacional (para evitar deriva), a ocorrência de cruzamentos ao acaso (panmixia) e a ausência das demais forcas evolutivas (seleção, migração e mutação)

2) De que forma as forcas evolutivas interferem no equilíbrio genético?
Explicar como deriva, seleção, migração e mutação agem alterando as frequências genicas de uma população

3) Determine as frequências genotípicas e genicas das populações a seguir:
3a) 49AA, 83Aa e 22aa
3b) 18AA, 63Aa e 7aa
3c) 1238AA, 1134Aa e 659aa

AA
Aa
aa
N
f(AA)
f(Aa)
f(aa)
f(A)
f(a)
3a
49
83
22
154
0,3182
0,5390
0,1429
0,5877
0,4124
3b
18
63
7
88
0,2045
0,7159
0,0795
0,5625
0,4375
3c
1238
1134
659
3031
0,4084
0,3741
0,2174
0,5955
0,4045

4) Determine se a população a seguir encontra-se em equilíbrio genético
63AA, 59Aa e 6aa
AA
Aa
aa
N
f(AA)
f(Aa)
f(aa)
f(A)
f(a)
63
59
6
128
0,4922
0,4609
0,0469
0,7227
0,2774

p2
2pq
q2
p2*N
2pq*N
q2*N
f(AA)e
f(Aa)e
f(aa)e
AA e
Aa e
aa e
0,5222
0,4009
0,0769
66,8416
51,3152
9,8432

dAA
dAa
daa
X2
P
0,2208
1,1509
1,5005
2,8722
0,2379


gl = 3-1 = 2

Como c2 calculado é menor que o c2 tabulado, a probabilidade é maior que 5%

Assim aceitamos a hipótese de igualdade e a população esta em equilibrio


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PROJETO 22 SEMANAS



ATIVIDADE 1 - SEMANAS 1 A 11
EQUILÍBRIO DE HARDY WEINBERG

Descrição:
Segundo as bases mendelianas da transmissão de caracteres nos organismos diplóides, metade do conjunto genético é herdado do progenitor masculino e metade do progenitor feminino. Ao realizarmos esta atividade identificaremos como ocorre este princípio, abordando a herança de uma característica determinada por um par de genes e sua distribuição genética em uma população. Você realizará esta atividade ao longo das semanas 1 a 11 do curso e entregará as tabelas preenchidas na Coordenação na 12ª. Semana.

Cruzamento monohíbrido e equilíbrio de transmissão.
Material:        - 20 colchetes brancos (ou papéis com a letra A)
- 20 colchetes pretos (ou papéis com a letra a)
- saco plástico escuro (ou outro recipiente opaco)

Procedimento:
Colocar os colchetes (papéis) dentro do saco, representando os gametas de uma população de 20 indivíduos heterozigotos para um locus A qualquer.

Os colchetes pretos (papéis A) representam o alelo A e os colchetes brancos (papéis a) representam o alelo a.

- Sortear, ao acaso e SEM reposição, 10 pares de colchetes (papéis), que constituem uma prole desta população. Cada par de colchetes (papéis) sorteado deve ser utilizado para constituir o genótipo de um indivíduo (tabela 1).

- Anotar o resultado de acordo com os genótipos observados e determinar se estão de acordo com as normas mendelianas de transmissão (tabela 2).

- Realizar cruzamentos envolvendo os indivíduos de acordo com o sorteio, ou seja, indivíduo 1 x indivíduo 2; indivíduo 3 x indivíduo 4; etc..(tabela 3).
Ao realizar cruzamentos assumindo proles fixas de 4 indivíduos, podemos afirmar que a próxima geração está em equilíbrio?
OBSERVAÇÃO: Para esta suposição você deverá determinar a prole esperada para cada cruzamento. Por exemplo, um cruzamento Aa x Aa geraria uma prole de ¼ AA, ½ Aa e ¼ aa. Como estamos assumindo 4 indivíduos na prole, ¼ de 4 = 1 indivíduo e ½ de 4 = 2 indivíduos. Assim a prole do cruzamento Aa x Aa seria de 1 indivíduo AA, 2 indivíduos Aa e 1 indivíduo aa

- Anotar o genótipo de cada um dos indivíduos formados a partir dos cruzamentos da população em um papel e sortear, ao acaso e com reposição. Inserir os dados na tabela 4 e determinar se a prole está em EHW (tabela 4).

Tabela 1
sorteio
Alelo 1
Alelo 2
Genótipo
1



2



3



4



5



6



7



8



9



10




Tabela 2
Genótipo
Observado
Esperado
AA

2,5
Aa

5
Aa

2,5

Tabela 3
Cruzamento por ordem sequencial
Prole
AA
Aa
aa
1 x 2



3 x 4



5 x 6



7 x 8



9 x 10




Tabela 4
Cruzamento por sorteio
Prole
AA
Aa
aa
1 x 2



3 x 4



5 x 6



7 x 8



9 x 10





ATIVIDADE 2- SEMANAS 12 A 22

Leitura da obra
Dawkins, R. O maior espetáculo da Terra – As evidências da evolução. Tradução Motta, L.T. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2009. 440p.
Disponível online em

Sinopse - Companhia das letras:
Richard Dawkins decidiu escrever um livro para defender a tese da seleção natural e tenta convencer a todos de que Darwin tem razão. Para Dawkins, a visão da vida pelo prisma da evolução guiada pela seleção natural é grandiosa e ele tenta levar o leitor a compartilhar de seu pensamento. Neste livro o autor usa a técnica do origami, os métodos de Sherlock Holmes, a sátira de Monty Phynton e até um balé aero de um bando de estorninhos para apresentar os mecanismos da evolução.


Prefácio
As evidências da evolução aumentam a cada dia e nunca foram tão eloquentes. Ao mesmo tempo, paradoxalmente, a oposição mal informada também é hoje a mais forte de que me recordo. Este livro é meu resumo pessoal das evidências de que a "teoria" da evolução é na verdade um fato — um fato incontestável como qualquer outro da ciência. Este não é o primeiro livro que escrevo sobre a evolução, e preciso explicar o que ele tem de diferente. Ele pode ser considerado o meu elo perdido. O gene egoísta e The extended phenotype apresentaram uma visão incomum da bem conhecida teoria da seleção natural, mas não analisaram as evidências da evolução propriamente ditas. Meus três livros seguintes procuraram, cada um a seu modo, identificar e derrubar as principais barreiras ao entendimento. Essas três obras, O relojoeiro cego, O rio que saía do Éden e A escalada do monte Improvável (das três a minha favorita), deram uma resposta a questões como "De que serve metade de um olho?", "Para que serve meia asa?", "Como a seleção natural pode atuar se a maioria das mutações tem efeitos negativos?". No entanto, embora tirassem pedras do caminho, eles também não apresentaram as evidências em si de que a evolução é um fato. Meu livro mais vasto, A grande história da evolução, descreve todo o trajeto percorrido pela história da vida na forma de uma peregrinação em estilo chauceriano: uma volta ao passado em busca dos nossos ancestrais. Mas também ele pressupõe o fato da evolução.