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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

2018-2

Olá todos,

Iniciamos mais um semestre letivo com a disciplina de evolução. Que tenhamos um excelente semestre letivo



EMENTA     
Os genes nas populações; distribuição de frequências; Equilíbrio genético; ação das forças evolutivas sobre o pool genético das populações; histórico do pensamento evolutivo; teorias evolutivas, diversidade genética e biodiversidade; ação geral das forças evolutivas; normas adaptativas; teoria sintética da evolução; evolução humana.

OBJETIVOS DA DISCIPLINA   
Levar o aluno a compreender os fenômenos genéticos que interferem na modificação das espécies; Levar o aluno a compreender os fenômenos genéticos que interferem na adaptação; Compreender os mecanismos responsáveis pelo processo de evolução; Demonstrar conhecimento sobre as proposições teóricas acerca do processo de evolução; Compreender as evidências do processo de evolução.   
Ao final desta Disciplina, espera-se que o aluno desenvolva os conhecimentos básicos necessários para compreender os fenômenos genéticos que interferem na modificação das espécies; compreender os fenômenos genéticos que interferem na adaptação e os mecanismos responsáveis pelo processo de evolução; demonstrar conhecimento sobre as proposições teóricas acerca do processo de evolução; compreender as evidências do processo de evolução, incluindo a evolução de nossa espécie.


PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação A1 = 10,0 pontos:
·         Prova escrita= 10,0 pontos
- 80% questões discursivas + 20% questões objetivas

Avaliação A2 = 10,0 pontos:
·         Prova escrita = 10,0 pontos (incluído 1,0 referente a elaboração de uma teoria evolutiva)
- 80% questões discursivas + 20% questões objetivas

Avaliação A3 = 10,0 pontos.
·         Prova escrita= 10,0 pontos
- 80% questões discursivas + 20% questões objetivas
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARTL, D.L., CLARK, A.G. Principios de Genética de Populações. Rio de Janeiro, 4ª Ed. Grupo A, 2010.
FUTUYUMA,D. Biologia Evolutiva, Ribeirão Preto: SBG, 2001.
STEARN,S.C. e HOEKSTRA,R.F. Evolução: uma introdução, Atheneu, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WILSON, E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
WINSTON, Robert. Evolução, Revolução. De Darwin ao ADN, Porto, DK – Civilização, Editoras, 2009
SHORROCKS,B.A. A Origem da Diversidade, EDUSP 1980.
FREEMAN, S.; HERRON, J C. Análise Evolutiva. 4ª edição Porto Alegre: Artmed, 2009.
SADAVA, D. Vida: a ciência da biologia. 8a ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 448p. (v. 2: Evolução, diversidade e ecologia).

CRONOGRAMA PROPOSITIVO 2018.2

JULHO
Dia
Conteúdo
30
Apresentação da disciplina, cronograma e critérios de avaliação
AGOSTO
Dia
Conteúdo
6
Conceitos básicos em genética de populações.
13
Os genes nas populações.
20
Estrutura de cruzamentos em populações.
27
Frequências gênicas e genotípicas
SETEMBRO
Dia
Conteúdo
3
Equilíbrio genético I
10
Equilíbrio genético II. Estudo orientado.
17
PRIMEIRA AVALIAÇÃO – A1
24
Revisão e vista de prova. Forças evolutivas.
OUTUBRO
Dia
Conteúdo
1
Mecanismos de ação das forças evolutivas I
8
Mecanismos de ação das forças evolutivas II. Estudo orientado.
15
Surgimento da vida.
22
29
Lamarckismo e Darwinismo.
Evidências de evolução
NOVEMBRO
Dia
Conteúdo
5
NeoDarwinismo e Teoria Sintética da Evolução
12
Evolução Humana.
19
Estudo orientado
26
SEGUNDA AVALIAÇÃO – A2
DEZEMBRO
Dia
Conteúdo
3
Revisão e vista de prova. RESULTADO PARCIAL
10
TERCEIRA AVALIAÇÃO – A3



quinta-feira, 7 de junho de 2018

ATENÇÃO

1.       Provas A2 de disciplinas presenciais: 11 a 16 de junho.
2.       Semana de vista de prova: 18 a 23 de junho.
3.      Provas A3 de disciplinas presenciais: 25 a 30 de junho.
4.      Provas A3 de disciplinas online: 28 a 30  de junho.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

ESTUDO ORIENTADO

Qual das alternativas apresenta um par de estruturas homólogas?
a) Asa de morcego e asa de borboleta.
b) Carapaça de tatu e concha de caramujo.
c) Nadadeira de peixe e asa de borboleta.
d) Asa de ave e asa de morcego.
e) Concha de caramujo e escama de peixe.

Quando a especiação ocorre em um mesmo ambiente a denominamos:
a) parapátrica
b) alopátrica
c) simpátrica
d) peripátrica

Quando a semelhança entre estruturas animais não é sinal de parentesco, mas conseguida pela ação da seleção natural sobre espécies de origens diferentes, fala-se em:
a) convergência adaptativa.
b) isolamento reprodutivo.
c) irradiação adaptativa.
d) isolamento geográfico.

De acordo com a hipótese heterotrófica de surgimento da vida, a sequência de aparecimento das vias metabólicas foi:
a) quimiossíntese, respiração, fermentação
b) fotossíntese, fermentação, respiração
c) respiração, fotossíntese, quimiossíntese
d) fermentação, fotossíntese, respiração

A via glicolítica é uma evidência de conservação no metabolismo. Podemos fazer esta afirmação pois:
a) todos os organismos unicelulares a realizam
b) todos os organismos pluricelulares a realizam
c) todos os organismos celulares a realizam
d) todos os organismos a realizam

Alguns órgãos, tais como a asa de uma ave e o braço humano, possuem mesma origem embrionária, mesmo apresentando funções diferentes. Essas estruturas são resultado de pressões seletivas diferentes, que causam um fenômeno conhecido como:
a) evolução convergente.
b) evolução divergente.
c) isolamento reprodutivo.
d) isolamento geográfico.

“Os organismos, em resposta aos requerimentos do ambiente, sofrem alterações em suas funcionalidades biológicas”. Esta afirmação é concordante com o pensamento:
a) Darwinista
b) Neodarwinista
c) Lamarckista
d) Mutacionista

As asas de um morcego e as asas de um inseto apresentam a mesma função, entretanto, não possuem a mesma origem embrionária. Sendo assim, essas estruturas podem ser consideradas:
a) homólogas.
b) análogas.
c) vestigiais.
d) fósseis.

A teoria da Evolução, apesar de apresentar uma grande quantidade de evidências que afirmam sua veracidade, ainda é alvo de muitas discussões. Um dos fatos que corroboram a evolução diz respeito à presença de estruturas atrofiadas, que recebem o nome de:
a) órgãos análogos.
b) órgãos homólogos.
c) órgãos vestigiais.
d) apêndices.

Dentre as afirmativas seguintes, assinale a que NÃO corresponde a uma evidência que apoie a Teoria de Evolução das espécies:
a) Estudos de anatomia comparada mostram que as semelhanças internas entre seres de espécies diferentes são resultantes de irradiação adaptativa.
b) Os embriões dos vertebrados apresentam os mesmos padrões básicos de desenvolvimento, decorrentes do parentesco entre eles.
c) Os estudos envolvendo fósseis indicam que a vida na terra sofreu alterações ao longo do tempo, além de permitirem comparações com os seres vivos atuais.
d) Ao longo de sua vida, os seres vivos sofrem alterações de seu material genético, em conseqüência das pressões seletivas do ambiente em que vivem.

O citocromo C é uma proteína respiratória que se encontra em todos os organismos aeróbios. A molécula desta proteína existe em todas as espécies com a mesma função, sendo constituída por 104 aminoácidos. No decurso da evolução, as mutações mudaram os aminoácidos em certas posições da proteína, mas o citocromo C de todas as espécies, incontestavelmente, possui estrutura e função semelhantes, tornando-se, para o evolucionismo, uma evidência de ordem:
a) paleontológica.
b) embriológica.
c) citológica.
d) anatômica.
e) bioquímica.

Recentes análises do DNA de chimpanzés permitiram concluir que o homem é mais aparentado com eles do que com qualquer outro primata. Isso permite concluir que:
a) o chimpanzé é ancestral do homem.
b) o chimpanzé e o homem têm um ancestral comum.
c) o homem e o chimpanzé são ancestrais dos gorilas.
d) a evolução do homem não foi gradual.
e) os chimpanzés são tão inteligentes quanto o homem.

Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
1 - Lamarckismo
2 - Darwinismo
(  ) A falta de função do 3º molar nos seres humanas, decorrente dos seus hábitos alimentares, tem induzido seu desaparecimento.
(  ) Para que mamíferos cetáceos se adaptassem à natação, suas patas foram aos poucos se transformando em nadadeiras.
(  ) O uso constante de antibióticos em hospitais tem contribuído para a seleção de um número crescente de bactérias resistentes a eles.
(  ) Para se proteger de predadores, o bicho-pau desenvolveu forma e cor semelhante à de galhos secos.